LÍNGUA DE FOGO - Análise da Conjuntura Política Atual - Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região
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Em 18/07/2016

LÍNGUA DE FOGO - Análise da Conjuntura Política Atual

LÍNGUA DE FOGO - Análise da Conjuntura Política Atual

SINUCA - A menos que se disponha a romper, escancaradamente, com a Constituição, não há como o Senado reafirmar o impeachment na votação de agosto. Afinal, a posição oficial do próprio Ministério Público Federal, titular da ação penal, é de que não houve crime. O Parlamento brasileiro está no que se pode chamar de sinuca de bico.

INOCENTE - Considerado um político que sempre se pauta pelo equilíbrio, o ex-ministro Jaques Wagner é mais uma influente liderança política nacional que não vê a menor condição de o Senado manter o impeachment depois de o MPF ter desmontado a farsa da pedalada fiscal. “É mais um duro golpe nos golpistas. Está provado que a presidenta Dilma é inocente”. FRACASSADOS -  "Apesar de previsto na Constituição, o impeachment, tal como está configurado no caso de Dilma, se transformou em uma grande farsa. Uma farsa inventada para levar ao poder os que fracassaram sucessivamente nas urnas". A declaração é do ex-governador Jaques Wagner e em nível estadual bate, diretamente, no hoje ministro interino Geddel Vieira Lima, que perdeu, de lavagem, três eleições seguidas na Bahia.

DESAMPARO - Senadores, juristas, advogados, intelectuais e cientistas políticos, preocupados com o futuro da democracia no Brasil, se movimentam em busca de um expediente jurídico que obrigue o Senado a arquivar o pedido de impeachment. Argumentam que agora, com o golpe desamparado do ponto de vista legal, manter a deposição da presidenta Dilma Rousseff seria uma desmoralização para as instituições nacionais, em particular o Legislativo. DESACREDITADO  - Se a governabilidade é precária, a governança de Michel Temer é pior ainda. Desagrada até mesmo o grande capital. "O governo interino está redobrando a austeridade e gerou entre os investidores toda a confiança que seria suscitada por uma grande e gorda República das Bananas". É o que afirma Mark Weisbrot, diretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política, em Washington, EUA. "Se o Senado votar pela deposição da presidente eleita, pode inaugurar um longo período de declínio econômico, comparável à década perdida de 1980".

MUNDIAL -  Com exceção da mídia nativa, sempre demasiadamente submissa ao grande capital multinacional, toda a imprensa mundial classifica como “golpe” a tentativa de deposição da presidenta eleita Dilma Rousseff. O caso, inclusive, será objeto de julgamento de um tribunal internacional que se reúne amanhã e quarta-feira, no Rio de Janeiro. Confirmadas as presenças de grandes juristas, cientistas políticos e intelectuais mundialmente conhecidos pela defesa da democracia.

Fonte: O Bancário


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