Número de assalto a bancos dispara em agosto - Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região
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Em 27/09/2013

Número de assalto a bancos dispara em agosto

Número de assalto a bancos dispara em agosto A violência contra bancos que assusta bancários e clientes continua em alta no estado de São Paulo. O número de ocorrências de assaltos a bancos disparou de acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) divulgado na quarta-feira 25.

Entre agosto de 2012 e 2013 o número de assaltos a bancos subiu de 12 para 30, aumento de 150%. A alta também foi registrada na capital, onde foram observadas 17 ocorrências em agosto deste ano contra sete no mesmo mês de 2012, o que representa crescimento de 143%.

Drama do trabalhador – Estabilidade após sequestro, assistência às vítimas de assalto ou sequestro, fim do transporte de chaves de agências ou cofres pelos bancários. Tudo isso é reivindicação da categoria bancária não atendida pelos patrões. E esses são alguns dos motivos da greve que começou no dia 19 de setembro.

Os números divulgados na quarta-feira pela SSP reforçam a insegurança vivida cotidianamente pelos trabalhadores e também por clientes.

#vempraluta – O Sindicato convoca os trabalhadores para fortalecer a greve também por mais segurança. O assunto faz parte das negociações da Campanha 2013.

O conceito geral sobre o que significa segurança para a categoria foi deixado claro pelo Comando Nacional dos Bancários na negociação do dia 8 de agosto: a preservação da vida de trabalhadores e clientes. Os negociadores da Fenaban disseram concordar com esse princípio, ao que os representantes dos trabalhadores rebateram com o fato de que uma parcela cada vez menor do lucro é investida em segurança.

Os números da pesquisa feita pelas confederações de bancários e vigilantes foram ressaltados na mesa de negociação, alertando para a ampliação dos casos de roubo a bancos e da violência contra os trabalhadores, principalmente os sequestros dos bancários que portam chaves de cofres e agências.


A violência contra bancos que assusta bancários e clientes continua em alta no estado de São Paulo. O número de ocorrências de assaltos a bancos disparou de acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) divulgado na quarta-feira 25.

assistência às vítimas de assalto ou sequestro, fim do transporte de chaves de agências ou cofres pelos bancários. Tudo isso é reivindicação da categoria bancária não atendida pelos patrões. E esses são alguns dos motivos da greve que começou no dia 19 de setembro.

Os números divulgados na quarta-feira pela SSP reforçam a insegurança vivida cotidianamente pelos trabalhadores e também por clientes.

#vempraluta – O Sindicato convoca os trabalhadores para fortalecer a greve também por mais segurança. O assunto faz parte das negociações da Campanha 2013.

O conceito geral sobre o que significa segurança para a categoria foi deixado claro pelo Comando Nacional dos Bancários na negociação do dia 8 de agosto: a preservação da vida de trabalhadores e clientes. Os negociadores da Fenaban disseram concordar com esse princípio, ao que os representantes dos trabalhadores rebateram com o fato de que uma parcela cada vez menor do lucro é investida em segurança.

Os números da pesquisa feita pelas confederações de bancários e vigilantes foram ressaltados na mesa de negociação, alertando para a ampliação dos casos de roubo a bancos e da violência contra os trabalhadores, principalmente os sequestros dos bancários que portam chaves de cofres e agências.


Redação, com informações do R7– 26/9/2013 - See more at: http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=5840#sthash.YhXaGzlR.dpuf

evantamento aponta aumento de 150% desse tipo de crime no Estado, o que gera insegurança aos bancários. Segurança é assunto debatido na Campanha e falta de resposta dos bancos fortalece ainda mais a greve da categoria

São Paulo – A violência contra bancos que assusta bancários e clientes continua em alta no estado de São Paulo. O número de ocorrências de assaltos a bancos disparou de acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) divulgado na quarta-feira 25.

assistência às vítimas de assalto ou sequestro, fim do transporte de chaves de agências ou cofres pelos bancários. Tudo isso é reivindicação da categoria bancária não atendida pelos patrões. E esses são alguns dos motivos da greve que começou no dia 19 de setembro.

Os números divulgados na quarta-feira pela SSP reforçam a insegurança vivida cotidianamente pelos trabalhadores e também por clientes.

#vempraluta – O Sindicato convoca os trabalhadores para fortalecer a greve também por mais segurança. O assunto faz parte das negociações da Campanha 2013.

O conceito geral sobre o que significa segurança para a categoria foi deixado claro pelo Comando Nacional dos Bancários na negociação do dia 8 de agosto: a preservação da vida de trabalhadores e clientes. Os negociadores da Fenaban disseram concordar com esse princípio, ao que os representantes dos trabalhadores rebateram com o fato de que uma parcela cada vez menor do lucro é investida em segurança.

Os números da pesquisa feita pelas confederações de bancários e vigilantes foram ressaltados na mesa de negociação, alertando para a ampliação dos casos de roubo a bancos e da violência contra os trabalhadores, principalmente os sequestros dos bancários que portam chaves de cofres e agências.


Redação, com informações do R7– 26/9/2013

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evantamento aponta aumento de 150% desse tipo de crime no Estado, o que gera insegurança aos bancários. Segurança é assunto debatido na Campanha e falta de resposta dos bancos fortalece ainda mais a greve da categoria

São Paulo – A violência contra bancos que assusta bancários e clientes continua em alta no estado de São Paulo. O número de ocorrências de assaltos a bancos disparou de acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) divulgado na quarta-feira 25.

assistência às vítimas de assalto ou sequestro, fim do transporte de chaves de agências ou cofres pelos bancários. Tudo isso é reivindicação da categoria bancária não atendida pelos patrões. E esses são alguns dos motivos da greve que começou no dia 19 de setembro.

Os números divulgados na quarta-feira pela SSP reforçam a insegurança vivida cotidianamente pelos trabalhadores e também por clientes.

#vempraluta – O Sindicato convoca os trabalhadores para fortalecer a greve também por mais segurança. O assunto faz parte das negociações da Campanha 2013.

O conceito geral sobre o que significa segurança para a categoria foi deixado claro pelo Comando Nacional dos Bancários na negociação do dia 8 de agosto: a preservação da vida de trabalhadores e clientes. Os negociadores da Fenaban disseram concordar com esse princípio, ao que os representantes dos trabalhadores rebateram com o fato de que uma parcela cada vez menor do lucro é investida em segurança.

Os números da pesquisa feita pelas confederações de bancários e vigilantes foram ressaltados na mesa de negociação, alertando para a ampliação dos casos de roubo a bancos e da violência contra os trabalhadores, principalmente os sequestros dos bancários que portam chaves de cofres e agências.


Redação, com informações do R7– 26/9/2013

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São Paulo – A violência contra bancos que assusta bancários e clientes continua em alta no estado de São Paulo. O número de ocorrências de assaltos a bancos disparou de acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) divulgado na quarta-feira 25.

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Os números divulgados na quarta-feira pela SSP reforçam a insegurança vivida cotidianamente pelos trabalhadores e também por clientes.

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São Paulo – A violência contra bancos que assusta bancários e clientes continua em alta no estado de São Paulo. O número de ocorrências de assaltos a bancos disparou de acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) divulgado na quarta-feira 25.

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Os números divulgados na quarta-feira pela SSP reforçam a insegurança vivida cotidianamente pelos trabalhadores e também por clientes.

#vempraluta – O Sindicato convoca os trabalhadores para fortalecer a greve também por mais segurança. O assunto faz parte das negociações da Campanha 2013.

O conceito geral sobre o que significa segurança para a categoria foi deixado claro pelo Comando Nacional dos Bancários na negociação do dia 8 de agosto: a preservação da vida de trabalhadores e clientes. Os negociadores da Fenaban disseram concordar com esse princípio, ao que os representantes dos trabalhadores rebateram com o fato de que uma parcela cada vez menor do lucro é investida em segurança.

Os números da pesquisa feita pelas confederações de bancários e vigilantes foram ressaltados na mesa de negociação, alertando para a ampliação dos casos de roubo a bancos e da violência contra os trabalhadores, principalmente os sequestros dos bancários que portam chaves de cofres e agências.


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São Paulo – A violência contra bancos que assusta bancários e clientes continua em alta no estado de São Paulo. O número de ocorrências de assaltos a bancos disparou de acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) divulgado na quarta-feira 25.

assistência às vítimas de assalto ou sequestro, fim do transporte de chaves de agências ou cofres pelos bancários. Tudo isso é reivindicação da categoria bancária não atendida pelos patrões. E esses são alguns dos motivos da greve que começou no dia 19 de setembro.

Os números divulgados na quarta-feira pela SSP reforçam a insegurança vivida cotidianamente pelos trabalhadores e também por clientes.

#vempraluta – O Sindicato convoca os trabalhadores para fortalecer a greve também por mais segurança. O assunto faz parte das negociações da Campanha 2013.

O conceito geral sobre o que significa segurança para a categoria foi deixado claro pelo Comando Nacional dos Bancários na negociação do dia 8 de agosto: a preservação da vida de trabalhadores e clientes. Os negociadores da Fenaban disseram concordar com esse princípio, ao que os representantes dos trabalhadores rebateram com o fato de que uma parcela cada vez menor do lucro é investida em segurança.

Os números da pesquisa feita pelas confederações de bancários e vigilantes foram ressaltados na mesa de negociação, alertando para a ampliação dos casos de roubo a bancos e da violência contra os trabalhadores, principalmente os sequestros dos bancários que portam chaves de cofres e agências.


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