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Em 25/03/2020

Covid-19 nos EUA: O terror da realidade supera a ficção

O EUA é o terceiro país do mundo com mais casos registrado de Covid-19, a enfermidade produzida pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, que avança imparável por essa nação enquanto altera o tecido social, econômico, político e moral.


Até o momento, ao menos 35 mil pessoas deram positivo nos testes e 458 faleceram, de acordo com os relatórios emitidos por meios locais e a Universidade Johns Hopkins.

O número de casos duplicou desde a última sexta-feira à tarde; os números crescem exponencialmente a medida em que se expandem os testes de diagnóstico por todo o território.

A princípios de março, quando o acesso aos testes era ainda extremamente limitado, apenas havia 70 infecções constatadas.

A expansão da pandemia paralisa a vida pública na maioria dos estados: colégios fechados, negócios vazios, eventos cancelados, reuniões proibidas.

Um em cada três estadunidenses vive agora sujeito a medidas de confinamento.

Em Nova Iorque foram anunciados 4.800 novos casos. Já são mais de 15 mil infecções, quase a metade das documentadas no país, a grande maioria na área metropolitana da cidade de Nova Iorque.

A Grande Maçã é hoje um dos epicentros globais da pandemia: praticamente um de cada 20 casos confirmados no mundo está na cidade.

Esta semana estaremos muito mal. Necessitamos nos unir como nação. De verdade, de verdade, necessitamos que todo o mundo fique em casa”, pediu o cirurgião geral e diretor geral da Saúde Pública, Jerome Adams.

Na medida em que se estende o novo coronavírus, surgem as dúvidas sobre se o país está preparado para responder à ameaça.

Erros burocráticos provocaram uma deficiente distribuição de provas de diagnóstico que impediu estimar a tempo o avanço real do vírus, recordou o analista Pablo Guimón.

O pessoal médico alerta sobre a falta de máscaras e respiradores enquanto a Guarda Nacional mobilizou 7.300 soldados por todo o país.

Milhares de trabalhadores perderam seus empregos, os mercados financeiros perderam uma terça parte de seu valor em apenas um mês.

E no centro de tudo, um presidente como Donald Trump, que construiu seu poder sobre a polarização e o isolamento, lidera a resposta a uma crise que, mais do que nenhuma outra, requer unidade e cooperação”, destacou Guimón, que acrescenta:

Um comandante em chefe acostumado a guiar-se por seu instinto e sua vaidade, ante uma crise onde inevitavelmente teria que deixar-se guiar pelos especialistas”.

Trump começou questionando a previsão científica sobre a gravidade da ameaça.

Fonte: Portal Vermelho


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