O fascismo é inimigo do trabalhador! - Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região
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Em 02/10/2018

O fascismo é inimigo do trabalhador!

O fascismo é inimigo do trabalhador! *Por Jorge Barbosa de Jesus

Objetivamente o que tem pregado a candidatura neofascista à presidência da república é: o fim do 13º salário, do adicional de férias, da estabilidade do servidor público, além da alíquota única de 20% sobre o imposto de renda (aprofunda a injustiça fiscal), do ataque aos direitos trabalhistas através da consigna “trabalho ou direitos” e a privatização das estatais.

 Fica mais que evidente a natureza de classe de um eventual governo Bolsonaro, a defesa dos interesses do capital em detrimento das necessidades do trabalhador. O paraíso para os empresários que poderão explorar indiscriminadamente aqueles que vivem da venda do seu labor.

 

Quanto a concursos públicos, a terceirização aprovada no atual governo com o apoio dos partidos de direita, certamente será ampliada de acordo com a última medida do governo Temer.

 

Não podemos nos esquecer que a reforma trabalhista veio para aniquilar os direitos, a exemplo do fim da ultratividade das convenções e acordos coletivos, realidade vivida por muitas categorias, inclusive bancários, que deixou os trabalhadores em franca desvantagem e a mercê da chantagem patronal.

 O ataque aos Sindicatos será inevitável uma vez que é a organização dos trabalhadores através das suas entidades que garante os direitos coletivos. É bom lembrar que a reforma trabalhista também trouxe o preceito do negociado sobre o legislado, ou seja, as leis trabalhistas poderão ser flexibilizadas no sentido de liquidar direitos.

 

O capitalismo não admite mais nenhum freio a superexploração dos trabalhadores e passa a utilizar de medidas fascistas e extremamente autoritárias para implantar as reformas neoliberais de total desregulamentação da proteção ao trabalho e plena liberdade ao capital para espoliação das riquezas naturais, em especial, o petróleo.

 Não é à toa que as elites latino-americanas sempre defenderam a manutenção do modelo agro-mineral-exportador implantado pelas metrópoles colonizadoras europeias. O neofascismo está a serviço desse projeto. Só não vê quem não quer!

 #EleNão 

*Presidente do Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região e Bacharel em Direito


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