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Em 13/09/2018

Pré-sal sofre com os retrocessos do golpe

Pré-sal sofre com os retrocessos do golpe

O início da exploração dos campos que formam o pré-sal brasileiro completou 10 anos este mês e os retrocessos do golpe-jurídico-parlamentar-midiático de 2016 são notados. As medidas do governo Temer afetam o potencial das reservas de petróleo em induzir e garantir o desenvolvimento nacional.

Entre os retrocessos apontados pelos especialistas, o fim da operação exclusiva da Petrobras no pré-sal, a equiparação do preço doméstico às variações do mercado internacional e o fim da política de conteúdo nacional. A iniciativa obrigava que parte dos componentes da exploração fosse produzida localmente, o que gerava emprego e renda no país.

O governo não tem porque entregar um bem tão precioso ao grande capital. O petróleo oriundo do pré-sal é responsável por 55% dos derivados produzidos no país. Os campos produziram 1,8 milhão barris por dia em julho. Apesar de o Brasil ter um petróleo de melhor qualidade relativa e com custo de extração menor, a população ainda paga caro pelos derivados da substância. 

O próximo leilão do pré-sal será no dia 28 e cerca de 15 bilhões de barris estarão na licitação. Cerca de 30 bilhões de barris foram leiloados nas últimas quatro rodadas. 

Em 2006, o país possuía 12 bilhões de barris nas reservas. E, nas primeiras descobertas davam uma dimensão de cerca de 50 bilhões de barris.  Estudo realizado em 2015 apontou que o pré-sal poderia ter de 176 bilhões a 270 bilhões de barris de petróleo.(SBBA)


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