Acordos e convenções coletivas caem pós-reforma - Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região
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Em 14/08/2018

Acordos e convenções coletivas caem pós-reforma

Acordos e convenções coletivas caem pós-reforma

A nova legislação trabalhista trouxe inúmeros prejuízos para os trabalhadores. Uma prova é que o número de convenções coletivas fechadas no primeiro semestre de 2018 teve queda de 45,2% em relação ao mesmo período do ano passado. 


Os dados da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) apontam ainda que nos seis primeiros meses deste ano, a quantidade de acordos coletivos recuou 34%. 


Desde que a reforma entrou em vigor, as campanhas salariais têm sido ainda mais difíceis. Pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) revela que nas mesas de negociação têm sido discutidos pontos que tiveram alterações com a nova lei. 


Patrões e empregados debatem, por exemplo, a aplicabilidade da revisão do intervalo intrajornada; contribuição sindical; homologação da demissão pelos sindicatos; banco de horas; e permanência da gestante em ambiente insalubre.


Os bancários estão em campanha salarial e já experimentam o gosto ruim da reforma. Os bancos se negam a garantir a ultratividade, mecanismo que foi derrubado pela nova lei e que renovava automaticamente os direitos da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho).(SBBA)


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