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Em 11/04/2018

Temer corta metade do crédito para a habitação

Temer corta metade do crédito para a habitação

Está cada vez mais distante para os trabalhadores e trabalhadoras alcançarem o sonho da casa própria. Em 2017, o governo Temer derrubou pela metade o volume de crédito destinado ao financiamento de imóveis com dinheiro da poupança. Em 2014, antes do golpe, os recursos para habitação atingiram recorde.

Sem capital para cumprir regras internacionais de proteção e mais interessados na privatização do que em fortalecer o papel social do banco estatal, os gestores da Caixa Econômica Federal reduziram os financiamentos e aumentaram os juros para a compra de imóveis.

 O principal objetivo do governo é privatizar a Caixa e, para isso, é preciso reduzir sua atuação, impedir que ela faça o seu papel de financiar a habitação, o saneamento básico e o transporte público, necessários para as melhorias das cidades e da população.

Mesmo com os lucros altíssimos obtidos com as altas taxas de juros cobradas, o banco não consegue atingir índices mínimos para dar suporte às operações de habitação e uma das razões disso é o recorde de desempregados.

As linhas para a casa própria eram oriundas do Fundo de Garantia. Com essa política de Temer de desemprego, a arrecadação do FGTS diminuiu. Há mais saques do que depósitos no principal fundo da habitação.

Nos governos Lula e Dilma, que tinham políticas econômicas claramente voltadas para o desenvolvimento com justiça e inclusão social, com geração de emprego e distribuição de renda, não faltavam recursos para a habitação,

Sem luz no fim do túnel

O desemprego é apontado como um dos fatores que mais atrapalham a alta do crédito. A desaceleração do financiamento acompanhou a alta do desemprego, que subiu de 6% para mais de 13%.

O Brasil tem hoje 33 milhões de trabalhadores com carteira assinada, o ponto mais baixo da série histórica desde 2012. A taxa de desocupação é de 12,6% e 13,1milhões de trabalhadores estão desempregados. (SPBancários)


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