Cai número de brasileiros que migram de região, diz estudo do IBGE - Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região
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Em 18/07/2011

Cai número de brasileiros que migram de região, diz estudo do IBGE

Cai número de brasileiros que migram de região, diz estudo do IBGE O número de brasileiros que migra de uma região do país para outra está em queda, revela estudo divulgado nesta sexta-feira, dia 15, pelo IBGE.

De 1995 a 2000, 3,3 milhões de pessoas saíram de sua região para tentar a vida em um Estado em outra região. O fluxo principal era de nordestinos com destino ao Sudeste.


De 1999 a 2004, este contingente já foi menor: 2,8 milhões. De 2004 a 2009, caiu ainda mais, para 2 milhões de pessoas.


Para os técnicos do IBGE, a melhoria nas condições de vida no Norte e Nordeste e o crescimento de cidades médias em todas as regiões com mais serviços e opções de trabalho fez com que os deslocamentos, antes mais comuns entre grandes regiões, fossem substituídos por uma migração de pequena distância, muitas vezes entre cidades dentro da mesma região.


O principal fluxo de migração no país foi, principalmente no século passado, de nordestinos indo para o Sudeste. Este movimento já estava em queda ao final do século passado, e continuou perdendo força na primeira década do século atual.


De 1995 a 2000, quase um milhão de nordestinos (969 mil pessoas) saíram do Nordeste em direção ao Sudeste. De 2004 a 2009, este contingente caiu mais que pela metade, para 444 mil.


Houve gente que fez também o caminho inverso, do Sudeste para o Nordeste. Este fenômeno é explicado principalmente pela migração de retorno, ou seja, brasileiros que haviam migrado do Sudeste para o Nordeste, mas optaram por voltar nos últimos anos.


Analisando por Estado, as unidades da federação com maior saldo migratório (número de imigrantes superior ao dos que saem, o que faz com que ganhem população) foram Goiás, Santa Catarina e Espírito Santo. No outro oposto - Estados que na conta dos que entraram e saíram acabaram perdendo população - estão Bahia, São Paulo e Pará.

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